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Morre aos 80 anos a cantora Dolly Parton, que acabou batizando o clone mais famoso da história da ciência

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Ela foi eleita para os Halls da Fama do Country e do Rock & Roll e ganhou 10 prêmios no Grammy. Informação foi revelada pelo sobrinho da cantora nas redes sociais.
Dolly Parton ganhou vários prêmios pelo filme Coat of Many Colors, inspirado em sua canção de mesmo nome.
Dolly Parton ganhou vários prêmios pelo filme Coat of Many Colors, inspirado em sua canção de mesmo nome.
Família de Dolly Parton anunciou nas redes sociais a morte da cantora, compositora e atriz americana aos 80 anos. Um comunicado dos familiares informou o óbito da artista, que se tornou um dos maiores nomes da música country e construiu uma carreira de quase seis décadas.



Parton acumulou 11 prêmios Grammy, entre eles uma homenagem pelo conjunto da obra, e vendeu mais de 100 milhões de discos. Canções como “Coat of Many Colors”, “Jolene” e “I Will Always Love You” projetaram sua voz e sua composição para além do público country.

A publicação sobre a morte é de um chefe da segurança da família, que disse que o anúncio atendia a um pedido da própria artista.


“Este anúncio em vídeo é algo que a Dolly me pediu antes que eu conseguisse realmente assimilar essa realidade futura”.


A ovelha Dolly, o clone mais famoso da ciência, recebeu esse nome em homenagem a Dolly Parton por uma razão inusitada: os cientistas criaram o animal a partir de uma célula de glândula mamária. Ian Wilmut, embriologista que liderou a equipe responsável pelo experimento na Escócia, explicou que o grupo associou a origem da célula aos seios da cantora.


“[A ovelha] Dolly é derivada de uma célula de glândula mamária, e nós não conseguimos pensar em um par de glândulas mais impressionantes que as de Dolly Parton”, disse Wilmut à BBC. A cantora afirmou anos depois que se sentiu lisonjeada com a homenagem e brincou sobre a associação feita pelos pesquisadores.


Dolly nasceu em 5 de julho de 1996, no Roslin Institute, a partir de uma célula mamária de uma ovelha da raça Finn Dorset. O instituto anunciou o experimento em fevereiro de 1997. O animal viveu seis anos, teve seis cordeiros e morreu em 14 de fevereiro de 2003; seu corpo permanece exposto no Museu Nacional da Escócia.


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