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Menores são apreendidos por morte de engenheiro agredido e roubado
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Grupo fez live agredindo e roubando engenheiro que morreu após se afastar de ato pró-Lula
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Dois adolescentes foram apreendidos nesta terça-feira (27), suspeitos de integrar o grupo que agrediu e roubou o engenheiro ambiental e mestrando Marcelo de Oliveira Rocha , de 30 anos, em Santos , no litoral de São Paulo. Conforme apurado pela TV Tribuna, afiliada da Globo, um jovem de 17 anos é lutador de boxe e considerado suspeito de ter dado um soco que fez a vítima cair no chão .
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O outro menor tem 14 anos e se apresentou no 3º Distrito Policial (DP), onde foi ouvido e apreendido. A Polícia Civil trabalha para localizar os outros envolvidos no crime que resultou na morte cerebral da vítima .
Além dos dois adolescentes, a equipe do 4º DP identificou outros cinco suspeitos, sendo três menores e dois maiores. Os mandados de prisão e internação provisória já foram expedidos.
Marcelo participava de uma apresentação da Banda Esquerdantina , em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na madrugada de sábado (24). Ele se afastou do evento para ir ao banheiro, quando foi abordado e agredido por ao menos sete suspeitos, que gravaram o crime.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o caso é investigado como latrocínio porque o celular e outros pertences de Marcelo foram levados pelos agressores.
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Ainda de acordo com a SSP-SP, a equipe do 4º Distrito Policial (DP) está empenhada em identificar e localizar os agressores da vítima. Para isso, os policiais analisam imagens de câmeras de monitoramento e de redes sociais do momento em que Marcelo foi abordado e agredido.
Os investigadores também trabalham a partir de depoimentos de testemunhas para individualizar a conduta de cada agressor. Questionada pela equipe de reportagem, a SSP-SP não informou se apura a possibilidade de crimes de ódio.
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Segundo testemunhas ouvidas pelo g1 , os amigos estranharam a demora de Marcelo no banheiro e começaram a procurá-lo. Ainda de acordo com os relatos, o engenheiro foi encontrado desacordado na esquina da Avenida Conselheiro Nébias com a Rua Henrique Ablas.
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O jovem chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e internado na Santa Casa de Santos. Ele teve a morte cerebral confirmada na segunda-feira (26), após ser transferido para o Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Por meio de nota, a Esquerdantina confirmou ao g1 que Marcelo foi agredido e deixado inconsciente no local, onde foi socorrido. O grupo afirmou que exige "a rápida apuração e consequente punição aos responsáveis".
Embora a motivação da agressão ainda não tenha sido esclarecida, a Esquerdantina também manifestou repúdio à homofobia.
"Manifestamos nossa solidariedade à vítima e seus familiares, bem como nosso firme repúdio à homofobia, alertando para os riscos que todos corremos ao naturalizar, proteger ou promover o ódio como método de intimidação política", ressaltou.





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